
A partir do momento em que Cristo passa a viver em nós, somos santos, separados em Deus. Esse tipo de santidade é a mesma que tornou sagrados os utensílios do templo: santos porque eram usados a serviço do Senhor. Eles não tinham nenhuma virtude em si mesmos; a substância do qual eram feitos não se alterou. O cristianismo, em geral, é santo dessa mesma forma. Mas a santidade que buscamos é a realização de sermos separados. Buscamos uma santidade que espelhe, por meio de nós, a presença de Deus no céu. Buscamos tanto sua natureza como sua qualidade de vida. Uma vez que a santidade produz em nós a verdadeira vida do Espírito Santo, temos certeza de que sabemos quem é o Espírito. O Espírito de Deus é amor, não religião. Deus é vida, não rituais. O Espírito Santo faz mais em nós do que apenas nos capacitar a "falar em línguas" e testemunhar. O Espírito nos leva à presença de Jesus. Desta forma recebemos nossa santidade: em nossa união e companheirismo com Jesus Cristo.
Novamente, a santidade que buscamos não é um conjunto de regras estabelecidas ou legais; é a qualidade de vida do próprio Cristo. O Espírito Santo opera em nós não somente um novo desejo de amar, mas nos transmite o amor do próprio Cristo. Desenvolvemos mais do que uma fé genérica em Jesus; passamos a crer efetivamente como Jesus, com seu tipo de fé. E a presença de Deus em nós que nos faz santos. Deixemos que ela nos abale, deixemos que ela nos sacuda de nossas posições confortáveis e mesquinhas, até que, com grande tremor e alegria, com profunda adoração e santo temor, nos aproximemos da realidade divina, que tem, por seu próprio desejo e propósito, nos chamado para si.
Nós conhecemos a nossa aparência para com os outros homens, mas, se Deus está realmente em nós, qual a nossa aparência perante os anjos e demônios? Que luz nos marca no mundo espiritual? Que iluminação nos rodeia? Pensem nisso...
SÚ E ALÊ SANTANA
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